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Mostrando postagens de Junho, 2015

BAIXO PROFUNDO

Ultimamente ando metido, entre outras coisas, com um grupo de canto que muitos insistem em chamar de coral, só que coral não é, deveria ser coro, pois “coro é uma formação vocal de pequeno porte, também chamada conjunto ou grupo”, diz o pai dos burros, mas a professora disse que coro é o mesmo que coral, que nós somos um grupo e ponto final. A professora, a propósito, deveria ser chamada regente, o que a honraria mais do que ser tratada como uma mestra de jardim de infância, porque essa coisa de soltar a voz é como aprender a comer com garfo, a gente acaba se lambuzando.             E o grande desafio de cantar é , rererê, novidade, não desafinar, o que significa não descer a escala quando os demais estão subindo ou disparar um “ré” quando todos estão “lá”. Coisas que se aprende com treino, concentração e muito chá de maçã, excelente remédio para as cordas vocais, limpa e calibra, aconselha quem pode.             O mais engraçado dos grupos corais são as fotos, mostram como…

QUANTOS PROBLEMAS! VIVA OS PROBLEMAS!

Calma, não estou desejando calamidades a ninguém! Mas uma dorzinha aqui, um treco quebrado ali e um apertozinho financeiro não fazem mal a ninguém, muito pelo contrário. Não é a própria natureza que diz que o que não se usa, enferruja, carro apertado é que canta? As estações passam, da árvore ao eretus foram milhões de anos, não se pode desperdiçar a oportunidade, afinal, nascer humano é um imenso privilégio.             A tolice é prima da inércia, só se aprende a lição através de inúmeros enfrentamentos, nos quais nos deparamos com a natureza transitória das coisas e das relações. A alegria passageira, a sensação de segurança material, uma medíocre existência, talvez, frequentemente precipitada.              O mundo metafísico não está em nada separado do físico, não existe aqui e lá, este mundo e aquele, eu e eles. Se a física nos explica(?) e a psicologia nos (des)complica, ainda estamos roçando a superfície da existência, a vida permanece um verdadeiro mistério. Somos…

LOS SUYOS, LOS CERDOS Y LOS TONTOS

Se iba Pantaleón al trabajo, cuando se le ocurió de pasar a ver Arnold, no el Scwarzenegger pero si Jimenes, viejo amigo, propietario de una tienda de la Guernica con la Rambla, justo en la esquina. Lo encontró charlando con la dependienta, una chica de ojos oscuros. Era la semana muerta del comercio, los clientes se habían ido de chopp a la playa, Arnold podia hacer lo que quisiera.             - He pasado por los escombros. ¿A quién los has vendido?             - A los hermanos Arajuès. Van a pagarnos despuès del diez.             Y Arnold cometió el acto fatal:             - Te presento la señorita Mallagana, mi dependienta.             - Encantado. La señorita es realmente muy guapa.             - Muchas gracias.             La señorita Mallagana llevaba escorte no muy amplio, lo suficiente para delinear los suenos vivísimos de una chica de veinte años y para hacer que la mirada pasara por los pechos trás haber admirado su cara. Los rayos solares llegaban hasta sus piernas,…